domingo, 21 de março de 2010

DANIEL BOONE





Morre Fess Parker, o Daniel Boone do seriado de TV

Fess Parker, o grande, foi um ator que nasceu no Texas e se tornou um astro da televisão no papel de pioneiros americanos como Davy Crockett e Daniel Boone, morreu na quinta, dia 18/03/10, aos 85 anos, de causas naturais, em sua casa na Califórnia, segundo informou um porta-voz da família.

"Fess Parker foi um modelo como ator e um ídolo para mim desde que eu o vi pela primeira vez na tela grande. Ele era uma verdadeira lenda de Hollywood", disse o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger em um comunicado. "Era um ator de talento e um homem de negócios de sucesso. Ele foi californiano inspirado cuja contribuição para nosso estado será lembrada para sempre".


Uma das séries de televisão que prendeu a criançada dos finais dos anos 60 e princípios de 70 foi "Daniel Boone".
Trata-se de uma série produzida entre 1964 e 1970 pela Twenty Century-Fox para o canal NBC, baseada num personagem real, um pioneiro do estado do Kentucky - Estados Unidos, fundador da cidade de Boonesburough que se estabeleceu nessa região, a leste do Mississipi em 1770.
Ao todo foram produzidos 165 episódios ao longo das seis temporadas que entre nós passaram também por essa altura na RTP, ainda a preto e branco.
Estes episódios abriam com um memorável genérico em que o herói com um certeiro golpe de machada fendia ao meio um tronco de árvore.
Daniel Boone, um misto de lavrador, caçador e aventureiro, era interpretado pelo ator Fess Parker, que também deu vida à personagem de outro mítico pioneiro americano, David Crockett. O principal elenco era composto pela sua esposa Rebbeca Boone (Patricia Blair), seus filhos Jemima Boone (Veronica Cartwright) e Israel Boone (Darby Hinton), o inseparável companheiro de viagens, lutas e aventuras, o indío Cherokee Mingo (Ed Ames), mais tarde substituído por Gideão (Don Pedro Colley), o taberneiro Cincinnatus (Dal McKennon), e ainda Yadkin (Albert Salmi) Jericho (Jones Robert Logan), Gabe Cooper(Roosevelt Grier) e Josh Clements (Jimmy Dean).
A trama de grande parte dos episódios centrava-se nas complexas relações do homem branco com os índios Cherokee, numa luta constante de conquista e defesa de territórios. No fundo era o retrato dos conflitos e das difíceis relações entre pioneiros, caçadores de recompensas, negociantes de peles, oportunistas e vigaristas de toda a espécie, com o exército britânico pelo meio, numa fase em que toda a gente buscava uma nova terra e uma nova casa numa jovem e ainda indefinida nação americana.
Daniel Boone representava o equilíbrio da balança entre o bem e o mal, a razão e a emoção, resolvendo disputas sociais, étnicas e culturais entre brancos e índios.

quarta-feira, 17 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Nome de Rua em NOVO HAMBURGO / RS

Lei Municipal 73/86 de Novo Hamburgo que denominou Rua Lúcio Appollo, a Rua sem denominação, que parte da Av. Pedro Adams Filho e segue em direção Oeste, no Bairro Rio Branco.

Anexo ao texto da Lei há um texto com os dados biográficos do Lúcio Appollo meu avô.

DADOS BIOGRÁFICOS:

"LUCIO APPOLLO, nasceu a 30 de abril de 1895, filho de Firmino José Appollo e Altina Teixeira Appollo. Casou-se com Argia Rosa Lúcia Busi Appollo no dia 25 de setembro de 1926 e faleceu no dia 26 de outubro de 1958. Nasceu em Taquara, casou-se em São Leopoldo e morou e faleceu em Novo Hamburgo. Sua Profissão era Ferroviário, exercendo as funções de Agente da Viação Férrea do RS, sendo que sua última nomeação fo assinada a 18 de janeiro de 1943, pelo Interventor Federal no Estado do Rio GRande do Sul, General Cordeiro de Farias. O título de aposentadoria n. 6701, foi conferido a contar de 6 de abril de 1948. Assumiu como agente substituto em Novo Hamburgo em outubro de 1922. De 1923 a 1926 passou pelas estações de Taquara, Portão, Rio dos Sinos. Em 1927 retornou para a estaçãode Novo Hamburgo, como conferente, onde permaneceu até 1931. De maio de 1931 a 1937 trabalhou como conferente na estaçãode São Leopoldo, Estação de Visconde de Mauá, Estação Belizário (como Agente). Em 1938 assume como agente de 4a classena Estação de Campo Vicente, onde permaneceu até 1943. Em 1943 trabalhou na estação de Nova Sardenha, indo em 1944, para a estação de Campo Vicente. Em 1947 fixa-se definitivamente, na estaçãode Novo Hamburgo, como agente, onde se aposentouem 6 de abril de a948. Começou a residir na Rua "Beco" a 14 de fevereirode 1947 aonde faleceu e deixou seus herdeiros lá residindo. Lucio Appollo adquiriu vários imóveis em Novo Hamburgo, mas sempre optou por permanecer naquele "beco da tranquilidade, da paz e do silêncio". Lá nasceu a filha Maria de Lourdes, em 1947; e também casaram seus filhos. Teve oito filhos, sendo dois homens e seis mulheres, a saber:
Clecy Appollo da Silva, Therezinha dos Reis, Elpídio José Appollo, Helena Altina Appollo Hahn, Marlene Maria Appollo Soares, Carmen Appollo, Luiz Firmino Apollo, Maria de Lourdes Toson. Desde 1947 a família APOLLO mantém a propriedade no "beco", sendo os mais antigos proprietários e moradores. A rede de água que existe no "Beco" foi instalada pela família Appollo. Lucio Appollo foi um funcionário exemplar da Viação Férrea, e sua fotografia faz parte do acervo no museu do trem em São Leopoldo. Ferroviário convicto."

segunda-feira, 8 de março de 2010

Céu, Sol, Sul Terra e Cor

Uma homenagem e a já tão dolorida saudade do gaúcho nativista Leonardo; músico, compositor...abaixo a sua música mais conhecida eque era seu hino...

Céu, Sol, Sul, Terra e Cor
Leonardo (gaúcho)

Eu quero andar nas coxilhas
Sentindo as flexilhas das ervas do chão,
Ter os pés roseteados de campo,
Ficar mais trigueiro com o sol de verão.
Fazer versos cantando as belezas
Desta natureza sem par.
E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar
(E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar!)

Refrão:

É o meu Rio Grande do Sul
Céu, sol, sul, terra e cor!
Onde tudo o que se planta cresce
E o que mais floresce é o amor.
É o meu Rio Grande do Sul
Céu, sol, sul, terra e cor!
Onde tudo o que se planta cresce
E o que mais floresce é o amor.
(Onde tudo o que se planta cresce
E o que mais floresce é o amor!)
Eu quero me banhar nas fontes
E olhar horizontes com Deus,
E sentir que as cantigas nativas
Continuam vivas para os filhos meus.
Ver os campos florindo e
Crianças sorrindo felizes a cantar!
E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar
(E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar!)

Refrão

(gaita)

Eu quero me banhar nas fontes
E olhar horizontes com Deus,
E sentir que as cantigas nativas
Continuam vivas para os filhos meus.
Ver os campos florindo e
Crianças sorrindo felizes a cantar!
E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar
(E mostrar para quem quiser ver
Um lugar pra viver sem chorar!)

Refrão